Troca de contabilidade
Você não deveria precisar implorar pelo serviço que paga
Trocar de contador não exige prazo nem carência, e pode ser feito em qualquer mês do ano. O que faz a diferença é a transição ser organizada: levantar a documentação, pedir formalmente ao escritório anterior e conferir tudo antes de assumir, pra que nenhuma obrigação fique descoberta.
Os sinais de que o seu contador está te deixando na mão
A maior parte das empresas que chega até a gente vem de outro escritório. E quase sempre a história é parecida.
- Você recebe a guia por e-mail em cima do vencimento, e mais nada.
- Precisa cobrar várias vezes pra ter uma resposta simples.
- Não consegue falar com quem realmente decide.
- Nunca ninguém te explicou por que você está no regime em que está.
- Descobriu sozinho, ou por terceiro, que pagou imposto que não devia.
- Seu contador não sabe explicar o que a sua empresa faz.
- Você só ouve falar dele quando tem problema.
Se você reconheceu três ou mais, o problema não é você ser exigente.
Como a transição funciona, passo a passo
O medo de trocar não é do novo contador, é de perder algo no caminho. Por isso a gente faz em cinco etapas, e você acompanha cada uma.
1
Conversa e diagnóstico
A gente entende o seu negócio, o seu regime e o que está te incomodando. Nessa conversa já costuma aparecer o que está ficando na mesa.
2
Levantamento do que existe hoje
Listamos toda a documentação que precisa vir do contador anterior, e você recebe essa lista por escrito. Nada de descobrir depois que faltou papel.
3
Solicitação formal ao contador atual
A gente orienta o pedido de transferência e acompanha. Se houver resistência, você não fica sozinho nessa conversa.
4
Conferência antes de assumir
Recebida a documentação, a gente confere o que está certo e o que ficou pendente, e revisa o que foi feito antes. É aqui que a maioria dos erros aparece.
5
Assunção e regularização
A gente assume as obrigações, corrige o que precisa ser corrigido e você recebe o retrato de como a empresa está de verdade.
Onde a gente faz essa transição
A Aliança atende de Curitiba, onde está a sede desde 1971, e de Campo Grande, onde abrimos filial em 2025. Em Campo Grande a gente encontrou um mercado em que ainda é comum o contador entregar guia em mãos e o serviço ser feito de forma manual, o que costuma sair caro em tributo recolhido a mais.
A cobertura alcança também São José dos Pinhais e Araucária, onde a cadeia industrial exige atenção redobrada com crédito e com risco trabalhista, e Pinhais, que fica a poucos minutos da nossa sede.
Perguntas frequentes
Posso trocar de contador a qualquer momento do ano?
Sim. Não existe carência legal nem prazo obrigatório pra trocar de contabilidade, e você pode fazer isso em qualquer mês. O que muda é o volume de trabalho da transição: trocar perto do encerramento do exercício ou de uma entrega grande exige mais atenção na conferência, porque há mais obrigação em curso. Na prática, o mês da troca importa menos do que a organização dela. Com a documentação levantada e o pedido feito formalmente ao contador anterior, a transição acontece sem que a empresa fique descoberta em nenhum momento. O que a gente faz é justamente cuidar dessa passagem em etapas, conferindo o que existe antes de assumir, pra que nenhuma obrigação caia no vácuo entre um escritório e outro.
E se o meu contador atual se recusar a entregar os documentos?
Acontece, e existe caminho pra isso. A documentação contábil e fiscal da sua empresa é sua, não do escritório que presta o serviço. O contador tem o dever profissional de devolver os documentos e prestar as informações necessárias à continuidade do trabalho, e recusar isso pode configurar infração ética perante o Conselho Regional de Contabilidade. O primeiro passo é sempre o pedido formal, por escrito, com relação do que está sendo solicitado e prazo. Isso já resolve a maioria dos casos, porque documenta a solicitação. Se a recusa persistir, os caminhos são a representação no CRC e a via judicial. Vale saber também que boa parte da informação pode ser reconstituída a partir dos sistemas públicos e das próprias obrigações já transmitidas, então uma recusa não deixa a sua empresa sem saída.
Vou perder o histórico da minha empresa na troca?
Não, e esse é o medo mais comum de quem pensa em trocar. O histórico contábil e fiscal da sua empresa não pertence ao escritório, ele pertence a você, e boa parte dele já está registrada em bases públicas e em obrigações que foram transmitidas ao longo do tempo. O que a transição faz é reunir esse histórico e conferir se está completo e correto. É comum, nessa conferência, encontrar coisas que estavam erradas antes, como nota emitida de forma equivocada gerando tributo a mais, ou risco trabalhista que não tinha sido identificado. Ou seja, a troca costuma revelar o histórico com mais clareza do que ele tinha antes, e não apagar nada.
Quanto tempo leva a transição?
Depende de dois fatores: o quanto a documentação do escritório anterior está organizada e a complexidade da sua operação. Uma empresa de estrutura simples, com documentação em ordem, tem a transição concluída em poucas semanas. Operação maior, com filial, muitos funcionários ou volume alto de nota, leva mais tempo na etapa de conferência, que é justamente a etapa que não deve ser apressada. O importante é que a sua empresa não fica descoberta durante o processo: as obrigações do período seguem sendo cumpridas enquanto a conferência do passado acontece em paralelo. A gente prefere ser honesto sobre prazo depois de olhar o seu caso do que prometer um número redondo antes de saber o que vai encontrar.
Como vou saber se estou pagando imposto a mais hoje?
Olhando três coisas, e nenhuma delas é óbvia sem análise. A primeira é o regime tributário: muita empresa está no Simples Nacional por hábito, quando o Lucro Presumido ou o Lucro Real sairia melhor, especialmente quando há crédito a aproveitar. A segunda é a forma como as notas estão sendo emitidas, porque classificação errada de produto ou serviço gera recolhimento indevido de forma silenciosa, mês após mês. A terceira é o aproveitamento de crédito e benefício a que a empresa tem direito e não usa. Esse é exatamente o trabalho que a gente faz ao assumir uma empresa: estudar o setor e a operação antes de simplesmente dar continuidade ao que vinha sendo feito. É comum encontrar valor recuperável que o escritório anterior não tinha visto.
A conversa começa com a gente olhando o seu caso
Sem compromisso e sem discurso pronto. A gente olha o seu regime e a sua operação, e te mostra o que encontrou.
